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SET

Dicas para exportar alimentos

postado por Milainox

Se você trabalha com produção de alimentos e tem interesse em exportar seu produto, aqui você encontra dicas relevantes para iniciar seu sucesso pelo mundo!

Dicas para exportar alimentos brasileiros para o mundo

Se você trabalha com produção de alimentos e tem interesse em explorar um pouco mais essa oportunidade de negócio, trazemos neste post algumas dicas para exportar alimentos brasileiros.

As diferenças de mercado e legislações entre os países são as primeiras coisas que devem ser analisadas antes de pensar em exportar. O foco deve estar totalmente no mercado de destino (que pode ser bem diferente do brasileiro), o que inclui as embalagens utilizadas. Além da segurança e da qualidade do alimento que chega ao destino, muitos mercados não são receptivos a embalagens que não sejam sustentáveis (Os equipamentos Milainox envasam embalagens de bioplástico e outros produtos recicláveis e biodegradáveis, fale com nossa equipe para saber mais).

Além disso, alguns tipos de produtos não apresentam demanda por diferenças culturais. Dessa forma, todos os aspectos do mercado e público consumidor devem ser levados em consideração.

Se você pensa em exportar para os Estados Unidos, por exemplo, o órgão governamental Food and Drug Administration (FDA) apresenta algumas exigências básicas. Dentre elas, o produto deve apresentar rótulos com informações detalhadas, em inglês, como tabela nutricional, lista de ingredientes, presença de alergênicos, etc. Também é necessário estar de acordo, também, com as normas federais, estaduais e municipais, o que vai depender do local escolhido para o comércio. Por conseguinte, é importante entrar em contato com o FDA e com as agências regulatórias locais além de cumprir, também, as exigências da ANVISA.

Temos aqui um pequeno resumo sobre o que é necessário fazer em relação aos aspectos regulatórios para o alimento sair do Brasil. (segundo a ANVISA)

 – O Artigo 54 do Decreto-Lei nº 986/1969, estabelece que os alimentos destinados à exportação devem ser fabricados de acordo com as normas vigentes do país de destino. – É exigido um documento para autorizar a entrada de produtos importados no país de destino chamado “Certidão de Exportação de Alimentos”. Este documento é obrigatório tanto para produtos registrados quanto para produtos isentos de registro na Anvisa, quando solicitado pelo país importador.

– Para simplificar os procedimentos de fiscalização e controle sanitário de produtos alimentícios, foi criado o Certificado de Reconhecimento Mútuo de Produtos Alimentícios.

Por enquanto, a Argentina é o único país com o qual o Brasil firmou este tipo de acordo, o que torna a exportação de produtos para a Argentina um pouco menos burocrática.

Para maiores detalhes sobre como obter a Certidão de Exportação de Alimentos, qual a documentação exigida para isso, como obter o Certificado de Reconhecimento Mútuo de Produtos Alimentícios e outras informações regulatórias, clique aqui. 

Fonte: https://foodsafetybrazil.org/ e ANVISA

 

Como anda o mercado?

Produtos como cera, mel, lácteos, chás, mate e especiarias têm aumentado a participação nas exportações do país e ajudado a impulsionar os embarques do setor, liderados por grãos e derivados, carnes, produtos florestais, açúcar, etanol e café.

É o que destaca a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que mantém um projeto de promoção dessa cesta de produtos no exterior.

Os produtos apícolas puxam a lista de novidades, com incrementos de 82,7% no valor e de 87% no volume das exportações em julho na comparação com o mesmo mês de 2019. Nos sete primeiros meses do ano já foram exportadas 25 mil toneladas de cera e mel brasileiros, aumento de 80% em relação aos sete primeiros meses do ano passado.

Conforme os dados compilados pela CNA, os principais clientes desses produtos no exterior são os Estados Unidos, a União Europeia e a Austrália. Os negócios em 2020 já renderam US$ 56 milhões, avanço de 40%.

Mesmo com algumas dificuldades, as vendas de lácteos brasileiros no exterior também têm melhorado. A receita gerada pelo embarque de 3 mil toneladas desses produtos em julho foi 51% maior que no mesmo mês do ano passado, chegando a US$ 6,7 milhões.

Também cresceu o volume e o valor exportado de chás, especiarias e mate. Nos sete primeiros meses de 2020, já foram comercializadas 104 mil toneladas, que renderam US$ 203 milhões - 20% a mais que no ano passado.

Os principais destinos dos produtos do segmento no ano foram a União Europeia (US$ 38,3 milhões), Uruguai (US$ 37,2 milhões) e EUA (US$ 32,5 milhões).

Esses são alguns exemplos de como o mercado está favorável a exportação.

Fonte: Jornal Valor Econômico e Portal Milk Point

Como podemos ajudar?

A Milainox exporta equipamentos de envase de alimentos para diversos países pelo mundo. Nosso sistema de envase atende as normas de segurança desses lugares o que vai ajudar muito no seu processo de exportação.

Os equipamentos Milainox atendem embalagens especiais, temos uma equipe de desenvolvimento que cria soluções para embalagens especiais, inclusive embalagens com apelo ecológico. Um exemplo disso é a envasadora de iogurtes em potes de cerâmica que foi desenvolvida para a empresa americana Amelia Creamery, sediada em Oklahoma.

Além disso produto bem envasado, selado de maneira correta e com assepsia no processo, garante um prazo de validade maior, o shelf life, que é indispensável para a logística de transporte e distribuição do produto.

Um bom envase conserva melhor o sabor e aroma dos alimentos, melhorando muito a experiência do consumidor.

Fale agora com nossa equipe e tenha a melhor envasadora para seu produto e faça sucesso em qualquer lugar do mundo que desejar.

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Suzâni Vieira (19) 99698-7727
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